Tudo o que envolve a fabricação dos charutos Diógenes Puentes influencia na sua qualidade, desde a seleção adequada de sementes até o cuidado no cultivo das plantas – até as variações climáticas podem interferir no blend. Neste texto, vamos falar especificamente das folhas de tabaco que compõem os nossos charutos. Confira o passo a passo!
Primeiro, visitamos o nosso fornecedor no Recôncavo Baiano, com o qual trabalhamos há 20 anos. As plantações são realizadas em vários locais, visto que as variações climáticas também interferem na qualidade do tabaco. Trabalhamos com esse fornecedor porque confiamos na qualidade, desde o cuidado no cultivo e, principalmente, pela seleção criteriosa das folhas e pela colheita realizada no momento correto.
As folhas de tabaco são colhidas manualmente quando atingem a maturidade ideal. A habilidade do agricultor é crucial aqui, pois ele deve determinar o momento certo de colher cada folha. Isso é feito em várias etapas, à medida que as folhas amadurecem em diferentes estágios.
Depois da colheita, as folhas de tabaco são classificadas de acordo com sua qualidade e tipo. As folhas são agrupadas em diferentes categorias com base em critérios como tamanho, textura, cor e resistência. Então, são separadas em categorias como “volado” (folhas mais leves e elásticas), “seco” (folhas mais espessas e ricas em sabor) e “ligero” (folhas superiores mais fortes e aromáticas).
Esse processo é crucial para a definição dos tipos dos charutos Diógenes Puentes, marca que não abre mão da qualidade em nenhum aspecto da fabricação de seus produtos, desde a semente até a maturação.
Nós, da Diógenes Puentes, lá mesmo no fornecedor, fazemos a seleção de folhas que vamos utilizar na fabricação de nossos charutos e as reservamos, geralmente buscando as safras mais antigas e que tenham conexão com os blends de cada um dos nossos produtos. Tudo para conservar o sabor que tanto prezamos. Buscamos similaridades, para manter o equilíbrio. Sempre as mais antigas porque, com o tabaco mais envelhecido, o sabor é mais suave e mais agradável ao paladar.
O passo seguinte, depois da seleção, é fazer uma prova degustativa. O teste é realizado ali mesmo, no próprio fornecedor, onde já reservamos as folhas que serão armazenadas nas estufas. Depois, ele nos entrega uma quantidade específica todos os meses para abastecermos o estoque.
Na fábrica Diógenes Puentes, fazemos a preparação das folhas usando um método de seleção mais apurado para as diferentes etapas de produção. Neste momento é que compomos os blends para cada produto. Esses tabacos são divididos entre miolo, capote (primeira envoltura) e capa (acabamento).
Os mestres charuteiros examinam cada folha individualmente, buscando defeitos, como manchas, rasgos ou imperfeições na textura. A seleção final das folhas determina a composição do blend do charuto, garantindo uma combinação equilibrada de sabores e aromas.
Em resumo, a seleção de folhas de tabaco para a produção de charutos é um processo meticuloso que envolve múltiplas etapas, desde o cultivo até o enrolamento final. Cada passo é crucial para garantir a qualidade e a consistência dos charutos Diógenes Puentes produzidos, resultando em uma experiência sensorial única para os apreciadores de charutos em todo o mundo.