Saiba combinar produtos Diógenes Puentes com situações e momentos especiais
Os apreciadores de charuto normalmente preferem degustá-lo após as refeições e combiná-lo com um destilado de grande personalidade, como uísque, conhaque e rum, por exemplo, embora não possam ser descartados um bom vinho, licores dos mais variados sabores, e por que não, uma cerveja? Nada está proibido.
Mas há apreciadores que não dispensam um bom charuto no happy hour, o que sugere a necessidade de um petisco para acompanhar a bebida. Sabemos, no entanto, que ingerir fumaça e comer ao mesmo tempo não combina, portanto, a escolha do petisco deve ser muito bem apurada.
Vem daí a sugestão dos finger foods, como um canapé de salmão defumado ou fatias finíssimas dos melhores presuntos do planeta: o Jamón Ibérico e Pata Negra.
Quanto à soberania das bebidas destiladas para acompanhar o charuto, ela pode ser respeitada, mas como já afirmamos acima, não é uma lei imperativa.
Uma infinidade de combinações pode ser feita com um bom charuto e bebidas, entre elas, uísque, conhaque e café, só para citar alguns exemplos. Até o armagnac, a grappa e o pisco, por serem feitos à base de uva como o conhaque – e por isso harmonizam muito bem com o tabaco -, são ótimos.
A mais clássica combinação é com o uísque. Se a escolha for um charuto mais potente, como o Filósofos, da nossa linha Premium, vale o bourbon médio, ou de malte defumado e mesmo o envelhecido. Mas aqueles com sabor menos intenso, como o Belicoso Habano Brasileiro, da linha Premium, harmonizam perfeitamente com a maioria dos bourbons suaves. O importante é que a complexidade dos sabores do uísque e do tabaco entrem em perfeita harmonia. Sempre.
A segunda combinação mais clássica é, com certeza, o conhaque. Elegante e sofisticado, a doçura do sabor desta bebida harmoniza perfeitamente com os charutos médio ao encorpado. Aqui, então, nossa dica é o Petit Belicoso (Patricia Detalhes HB), também da linha Premium.
Experimente, que não se arrependerá.
